Exibindo pra câmera
17 jul 2019

Conto erótico: Exibição para câmera do bar

Sexta-feira normalmente acordo mais animado do que o normal.

Para mim, sexta é um dia que carrega em si um Plus de putaria.

É definitivamente o start do final de semana e a oportunidade perfeita para começar a me divertir com os amigos e fazer muito sexo.

Durante a tarde, nos intervalos do trabalho, conversava com um casal no ysos.

Encontrei-os no app no início da semana, vi que estavam há apenas alguns km, visitei o perfil e gostei do que vi.

Resolve curti-los na esperança de que, por verem meu perfil completo e as fotos que disponibilizei, se interessassem em iniciar um papo.

Feito! No dia seguinte o casal entrou no app e me curtiu de volta, fazendo nossos perfis combinarem, liberando ambos pro chat.

Durante a semana toda conversei com Erika e Igor. Fomos nos conhecendo, alinhando expectativas e revelando nossas fantasias.

Pois bem, definimos que na sexta-feira sairíamos para tomar uma cerveja e enfim nos conhecermos.

Estava animado. Acordei cheio de tesão e havia ali a oportunidade de um ménage delicioso após a noite no barzinho.

A tarde passou num furacão, com uma conversa agradável e o ritmo de trabalho acelerado. Quando menos percebi, o relógio marcava 18h.

Fim de expediente… seguimos os 3 para nossas casas para nos prepararmos para o grande encontro!

Cheguei primeiro ao bar e escolhi uma mesa em local reservado, bem no canto do estabelecimento. Pedi uma cerveja enquanto os aguardava.

O ambiente estava muito agradável. A noite estava gostosa.

Eles chegaram. Lá estávamos nós! Nos encontramos como o combinado! Finalmente o medo de levar bolo de gente de aplicativo agora podia deixar de existir.

Eu: 33 anos, moreno claro, não muito alto, 1,70, olhos castanho escuro, cabelo raspado, barbudo, tipo lenhador, pernas grossas e com a minha barriguinha de chopp.

O Igor: 28 anos, bem branco, japonês, os mesmos 1,70 que eu, bem magro, bigode estiloso, barba bem aparada, tatuado, sorriso largo, bem humorado e exibindo um dote muito bem marcado na bermuda de moletom. Devia estar sem cueca.

A Erika: 36 anos, branca, cabelos até os ombros, de óculos, olhar penetrante, boca carnuda, 1,80 de altura, seios médios, coxas grossas, bundinha empinada, de vestido curto, bolsa pendurada no ombro e sandália espartana.

Nos cumprimentamos e sentamos. Ele pediu mais copos para o garçom. Nos servimos.

Para quebrar o gelo, começamos conversando sobre os acontecimentos da semana que havíamos compartilhado no app.

Demos risada de algumas situações que eram difíceis mas que se desenrolaram e ficamos aliviados de que no fim da semana estávamos todos inteiros e prontos para relaxar como merecíamos.

Sentada entre nós, Erika estava deslumbrante, de pernas cruzadas.

Vez ou outra descruzava e cruzava novamente as pernas e podíamos avistar sua calcinha vermelha.

Ela sorria. Igor também. Eu observava explodindo de tesão. Podia imaginar onde aquilo ia parar.

Acreditava que podia. Fui surpreendido! Erika é a mulher mais livre que conheci até hoje.

Em determinado momento da noite, quando as pessoas da mesa ao lado foram embora e ficamos um pouco mais ilhados, Erika nos surpreendeu.

Ela olhou fixamente para nós dois, piscou e esbarrou propositalmente no saleiro da mesa.

Erika ajoelhou-se para pegar o saleiro, apoiou uma das mãos por cima do meu pau e a outra mão, enfiou na bermuda de moletom do marido.

Ambos ficamos animadíssimos com a ousadia dela.

Depois de me alisar um tempinho e de apalpar o pau do marido, ela se recompôs e voltou a sentar em seu lugar.

Estava dada a largada para a safadeza daquela noite.

Érika pediu licença para ir ao toalete.

Voltou do toalete com a bolsa aberta, chamou o marido como se fosse cochichar no ouvido dele e disse:

– Põe a mão aqui dentro. Tem um presente pra você!

Igor deu um sorriso safado e enfiou a mão na bolsa, retirando de dentro dela a calcinha vermelha de Erika.

Eu já estava babando… (não disse por onde!)

Esses dois eram duas pessoas livres e cheias de tesão para compartilhar!

Foi a minha vez. Erika me chamou como se fosse cochichar em meu ouvido e pediu:

– Quero a sua cueca! Dê um jeito de tirá-la pra mim!

O pedido dela era uma ordem. Corri ao banheiro, pau estralando, tirei a cueca e coloquei no bolso da calça.

Voltei mais vermelho que a calcinha dela e com receio de ser notado, mas louco de felicidade pela experiência única.

Dei a cueca pra Erika. Ela cheirou disfarçadamente e colocou na bolsa.

Eu já não conseguia me concentrar em nada daquela conversa. Olhava para os dois e só os imaginava nus, trepando como se não houvesse amanhã enquanto eu assistia.

Tomei mais um gole da cerveja. Pedimos mais.

Rimos, conversamos. As mãos de vez em quando passavam nas pernas. Estávamos entregues ao desejo de nos pegarmos os 3.

Erika me perguntou se eu já havia tido experiência com maridos. Que ela queria muito ver um homem chupando o marido dela.

Confessei que alguns casais sempre pediam interação com o marido e que isso pra mim não era problema nenhum. Ela se animou mais ainda.

Ela enfiou a mão na bolsa e retirou uma cueca do Igor. Me deu pra cheirar e jogou o saleiro no chão. Disse que era minha hora de me divertir.

Igor, safado que era, entendeu o recado. Não se contentou apenas que colocasse a mão dentro da bermuda. Botou o pau disfarçadamente para fora e pediu que eu lambesse.

Eu estava eufórico.

Erika empurrou levemente minha cabeça e eu lambi o pau dele da cabeça à base e levantei atordoado.

Já não sabia se teríamos algum limite naquela noite.

Quando levantei para ir buscar uma nova cerveja e ir ao banheiro me aliviar, percebo que sobre nossas cabeças havia uma câmera.

Apontei disfarçadamente pra ela, Erika caiu na gargalhada e levantou o vestido, mostrando-se em pêlo para a câmera e pegou nos nossos paus.

Eu fiquei aflito e me dirigi ao bar.

Dei uma desculpa de que a minha amiga tinha escorregado e achava que tinha sido gravada e que teria aparecido a calcinha por estar de vestido e perguntei ao barman se as câmeras funcionavam.

Ele deu um sorriso safado e disse que sim, que funcionavam e que depois ele iria conferir a cena.

Me arrepiei. De medo. De tesão.

Deixei meu número com ele e disse que já estávamos indo embora, mas que se ele se interessasse pelo conteúdo do vídeo que poderia me ligar, que o convidaria a nos encontrar no motel em que estivéssemos.

Ele adorou. Seria a melhor gorjeta que ele já tinha recebido na vida!

Voltei à mesa, contei aos dois e eles adoraram a ideia. Erika fez questão de ir ao balcão para pedir uma água e dizer ao barman que o amigo dela tinha vindo buscar cerveja e esqueceu a água, para ele saber que era ela.

Ela voltou. Conversamos mais um pouco e fomos pro motel.

Eles ficaram tão animados com toda aquela exibição que até hoje me pergunto se eles já não sabiam que havia câmera ali… 

Neste outro conto dei todos os detalhes desse ménage incrível!

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