Contos Eróticos Fetiches

Conto: Os Prazeres de um Stag e de uma Vixen

Luciana e Felipe estavam enroscados na cama. Ela deslizava as unhas devagar pelas costas dele, sentindo cada músculo se contrair, enquanto roçava de leve a buceta melada contra a coxa dura do marido. Felipe respirava pesado, o pau latejando dentro da cueca, roçando na barriga dela a cada movimento mínimo.

Ela ergueu o rosto, mordendo o lábio inferior, os olhos brilhando de malícia e carinho ao mesmo tempo.

— Lembra daquela festa na praia, amor? — sussurrou ela, voz rouca e carregada de tesão. — Quando eu deixei aquele cara me beijar bem na sua frente… língua na minha boca, mão apertando minha bunda enquanto você assistia tudo?

Felipe engoliu em seco, o pau dando um pulso forte só de ouvir. Ele apertou os quadris dela com mais força.

— Como eu ia esquecer, porra… — respondeu baixo, quase rosnando. — Você toda safada, gemendo na boca dele, olhando pra mim com aquele olhar de “olha o que eu tô fazendo pro seu pau ficar assim, amor”. Eu quase gozei ali mesmo, só de ver você se entregando.

Luciana riu baixinho, safada, e mordeu de leve o lóbulo da orelha dele.

— Eu senti você duro roçando em mim quando dançamos depois… Você me puxou pro canto escuro e enfiou a mão dentro do meu vestido, sentindo como eu tava encharcada. — Ela rebolou devagar contra ele, deixando ele sentir o calor úmido. — Eu queria tanto que você me comesse ali, com o gosto daquele outro ainda na minha boca.

Felipe gemeu, virando o corpo dela de lado pra encaixar melhor o pau entre as nádegas dela, roçando devagar enquanto falava no ouvido.

— Eu queria te foder na frente dele, mostrar que no final quem te faz gozar gritando sou eu. Mas adorei ver você se soltando daquele jeito… ver minha vixen toda puta, toda molhada por causa de outro macho. — Ele deslizou a mão por baixo da camisola dela, encontrando o clitóris inchado e começando a circular devagar. — Me conta mais… o que você sentiu quando ele apertou seus peitos na frente de todo mundo?

Ela arqueou as costas, empinando a bunda contra ele, ofegante.

— Foi foda… o tesão de saber que você tava olhando, aprovando, curtindo cada segundo. Meu corpo inteiro pegou fogo. Eu imaginava você me comendo depois, me fazendo gozar enquanto eu contava tudo nos mínimos detalhes… como o pau dele era duro contra minha coxa, como eu queria chupar ele só pra te provocar mais.

Felipe apertou o quadril dela com força, o pau escorrendo pré-gozo na cueca.

— Caralho, amor… você me deixa louco. Eu amo ser seu stag apaixonado. Amo ver minha mulher ser desejada, ser fodida por outros, e depois voltar pra mim toda marcada, toda gozada, pra eu lamber tudo e te fazer gozar de novo no meu pau.

Ela virou o rosto pra beijá-lo com fome, língua invadindo a boca dele, gemendo contra os lábios.

— E eu amo ser sua puta, amor… amo saber que você me deixa livre pra ser a vadia que eu quiser, porque no final eu sempre volto pra cá, pro seu colo, pro seu pau que me conhece melhor que ninguém. — Ela apertou a mão dele contra a buceta, guiando os dedos pra dentro dela. — Me fode com os dedos enquanto a gente lembra… me faz gozar pensando naquela noite.

Ele enfiou dois dedos devagar, sentindo ela apertar em volta, quente e molhada pra caralho.

— Goza pra mim, minha vida… goza lembrando como você rebolava naquela pista, como aquele macho te olhava querendo te comer inteira. E eu ali, orgulhoso pra porra, sabendo que depois eu ia te trazer pra casa e te foder até você não aguentar mais.

Luciana gemeu alto, rebolando contra a mão dele, o corpo tremendo.

— Eu te amo tanto, Felipe… te amo por me deixar ser assim, por curtir cada putaria comigo. Você é meu tudo.

Ele beijou o pescoço dela com força, marcando de leve, enquanto acelerava os dedos.

— Eu te amo mais ainda, minha safada… minha vixen perfeita. Agora goza, amor… goza pro seu stag que tá louco pra te ver explodindo de prazer.

Ela gozou apertando os dedos dele, gemendo o nome dele misturado com palavrões baixinhos, o corpo convulsionando contra o dele. Quando a onda passou, ela virou de frente, colando o corpo suado no dele, beijando-o devagar, com todo o amor do mundo.

— A gente nunca vai parar de brincar assim, né? — murmurou ela, sorrindo contra a boca dele.

Felipe sorriu de volta, acariciando o rosto dela.

— Nunca, meu amor. Você é minha… e eu sou louco por cada versão safada que você me mostra.

Eles ficaram ali, abraçados, ainda ofegantes, rindo baixinho, sabendo que aquela conversa era só o começo de mais uma noite longa e deliciosamente pervertida.

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