Era uma noite abafada de março em Recife. A sala estava escura, iluminada apenas por luzes vermelhas baixas e algumas velas. O ar cheirava a incenso, vinho e tesão que já começava a tomar conta de tudo.
Nós cinco não tínhamos casal principal. Não existiam exclusividades, não existiam regras fixas e ninguém pertencia a ninguém. O desejo surgia na hora e seguia para onde quisesse.
Sofia foi a primeira a se mover. Vestia apenas uma camisa masculina aberta que mal cobria os seios e a bunda. Ela caminhou até Marina, segurou o rosto dela e enfiou a língua em sua boca sem dizer nada. O beijo foi quente e faminto desde o primeiro segundo.
Marina gemeu baixo enquanto as mãos de Sofia desciam e apertavam sua bunda por baixo do vestido fino. Em poucos instantes a roupa de Marina já estava no chão. Sofia se abaixou e abocanhou um dos seios dela, chupando o mamilo duro com vontade enquanto os dedos deslizavam entre suas pernas, encontrando a buceta molhada e inchada.
Lucas observava do sofá, a mão já dentro da calça, massageando o pau que endurecia rápido. Ao lado dele, Theo sorria e abria o zíper devagar.
Eu fiquei encostado na parede, sentindo meu pau latejar enquanto via as duas mulheres se devorarem.
Sofia puxou Marina para o tapete. As duas caíram entrelaçadas. Marina subiu no rosto de Sofia e começou a esfregar a buceta melada na boca dela. Sofia lambeu com fome, língua trabalhando no clitóris enquanto Marina rebolava devagar.
Lucas não aguentou só assistir. Ele se levantou, tirou a roupa e se aproximou por trás de Marina. Cuspiu na mão, esfregou no pau grosso e entrou na buceta dela com uma estocada lenta e profunda. Marina gemeu mais alto, ainda esfregando na cara de Sofia.
Theo veio até mim. Sem pedir nada, ajoelhou na minha frente e puxou minha bermuda para baixo. Meu pau saltou duro. Ele engoliu metade de uma vez, chupando com vontade, garganta apertando em volta de mim.
Enquanto Theo me chupava, eu via Lucas fodendo Marina com estocadas firmes. Sofia, debaixo dela, lambia tanto a buceta quanto as bolas de Lucas que batiam contra seu rosto.
Eu puxei Theo para cima, virei ele de quatro no tapete e me posicionei atrás. Lubrifiquei rápido com saliva e entrei no cu dele devagar. Theo grunhiu e empurrou a bunda contra mim, pedindo mais.
Do outro lado, Marina desceu do rosto de Sofia e se sentou no pau de Lucas, cavalgando com força. Sofia se aproximou e começou a chupar o clitóris de Marina enquanto ela subia e descia.
“Quero os dois”, Sofia pediu com a voz rouca de tesão.
Lucas saiu de Marina. Sofia deitou no tapete com as pernas bem abertas. Theo se inclinou e enfiou o pau na buceta dela. Logo em seguida Lucas se posicionou e entrou junto. Os dois paus esticavam Sofia ao limite.
Sofia gritou de prazer, unhas cravadas no tapete. “Caralho… me arrombem… os dois…”
Eu continuei metendo fundo em Theo enquanto ele e Lucas fodiam Sofia juntos. Marina subiu no rosto de Sofia novamente, rebolando enquanto beijava Lucas com fome.
Os gemidos enchiam a sala. Pele batia contra pele. O cheiro de sexo ficava mais forte a cada minuto.
Marina gozou primeiro, tremendo inteiro, o líquido escorrendo no rosto de Sofia. Sofia convulsionou logo em seguida, gozando forte com os dois paus dentro dela.
Theo não aguentou. Grunhiu alto e gozou dentro de Sofia, porra escorrendo quando Lucas continuou metendo. Lucas meteu mais fundo e gozou também, misturando tudo dentro dela.
Eu puxei Theo com força e gozei fundo no cu dele, sentindo ele apertar em volta de mim.
Caímos todos no tapete, corpos embolados, ofegantes, suados e ainda se tocando preguiçosamente.
Ninguém perguntou de quem era o gozo. Ninguém se importou com ordem ou turno. O prazer simplesmente circulava entre nós, livre, selvagem e sem fronteiras.
Era isso que tornava tudo tão intenso. Não havia “meu” nem “seu”. Havia apenas o desejo que surgia na hora e tomava conta de todos.
E amanhã, se o tesão voltasse, a bagunça recomeçaria. Do jeito que desse.