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Conto: O Polycule Que Não Dorme

Nós cinco formávamos um polycule perfeito: conexões em rede, sem hierarquia rígida, só desejo puro circulando como eletricidade. Sofia e eu éramos o “centro” antigo, namorados há anos. Depois veio Marina, que namorava Sofia e também transava comigo. Lucas entrou pela Marina, virou namorado dela e logo estava fodendo Sofia regularmente. Theo fechou o ciclo: namorava Lucas, transava com Marina e Sofia, e eu adorava meter nele enquanto Marina assistia.

Ninguém era “primário” de ninguém. Todos eram metamours, todos se tocavam, todos gozavam juntos quando o clima pedia. A regra implícita era simples: o polycule era o limite. Tesão de fora? Conversava primeiro. Mas dentro? Tudo liberado.

Era sábado à noite. A casa cheirava a incenso e vinho tinto. Marina chegou trazendo Theo pela mão, os dois já com olhares famintos. Sofia abriu a porta de lingerie preta, sem calcinha, buceta já brilhando de expectativa.

“Hoje a gente fecha o ciclo inteiro”, Sofia disse, puxando Marina pra um beijo lento, línguas dançando enquanto as mãos dela desciam pra apertar a bunda da outra.

Lucas e eu estávamos no sofá, assistindo. Ele passou a mão na minha coxa, pau endurecendo dentro da calça. “Olha como elas se devoram… isso me deixa louco.”

Theo se aproximou por trás de Sofia, beijando o pescoço dela enquanto abria o sutiã. Os peitos dela saltaram, mamilos duros. Marina se ajoelhou, chupando um deles com vontade, mordiscando de leve. Sofia gemeu alto, mão enfiada na calça de Marina, dedos já circulando o clitóris inchado.

“Vem, meninos”, Marina chamou, voz rouca. “Quero sentir o polycule todo me preenchendo.”

Lucas se levantou primeiro. Tirou a roupa rápido, pau grosso pulsando. Foi até Marina, virou ela de costas e entrou devagar na buceta dela por trás, metendo ritmado enquanto ela continuava chupando Sofia. Theo se posicionou na frente de Sofia, pau na boca dela, fodendo devagar a garganta enquanto eu me aproximei por trás dele.

Enfiei dois dedos lubrificados no cu dele — ele adorava isso —, depois troquei pelos dedos pelos meu pau, entrando devagar, sentindo ele apertar em volta de mim. Theo grunhiu, empurrando mais fundo na boca de Sofia.

A sala virou um emaranhado de corpos. Sofia deitou no tapete, Marina cavalgando o rosto dela, buceta melada esfregando na língua enquanto Lucas metia forte por trás. Eu continuei socando Theo, que se inclinou pra chupar o pau de Lucas junto com a buceta de Marina — lambendo os dois ao mesmo tempo, língua alternando entre clitóris e bolas.

“Porra… isso… chupa os dois enquanto eu fodo ele”, eu disse, acelerando as estocadas.

Marina gozou primeiro, gritando, líquido escorrendo no rosto de Sofia. Sofia lambeu tudo, depois puxou Theo pra baixo: “Quero vocês dois na minha buceta. Agora.”

Theo deitou. Sofia subiu nele, encaixando devagar, gemendo enquanto descia até o talo. Lucas se posicionou atrás, cuspiu na mão, esfregou no pau e foi entrando junto — duplo vaginal, esticando Sofia ao limite. Ela gritou de prazer, unhas cravadas nas costas de Theo. “Caralho… dois paus me arrombando… não para…”

Marina veio por cima, sentando no rosto de Theo ao contrário, buceta roçando na boca dele enquanto beijava Sofia. Eu me posicionei atrás de Marina, metendo na buceta dela enquanto lambia o cu de Sofia, sentindo o movimento dos dois paus lá embaixo.

O polycule inteiro pulsava junto. Gemidos se misturavam, suor escorria, cheiro de sexo tomava conta.

Theo gozou primeiro, enchendo Sofia, porra escorrendo quando Lucas continuou metendo. Lucas não aguentou: meteu fundo e gozou dentro dela também, misturando tudo. Sofia convulsionou, gozando forte, corpo tremendo inteiro.

Marina desceu, abriu as pernas pra mim: “Come a porra deles de mim enquanto eu chupo Sofia.”

Eu enfiei a língua na buceta dela, lambendo o salgado misturado com o gosto dela, enquanto Theo recuperado veio por trás de mim, dedos no meu cu, depois pau entrando devagar. Lucas masturbava devagar assistindo, pau endurecendo de novo.

Marina gozou na minha boca. Eu gozei dentro dela, sentindo Theo socar fundo e gozar nas minhas costas, quente e grosso.

Caímos todos embolados no tapete, ofegantes, rindo baixo entre beijos preguiçosos.

Sofia passou a mão no cabelo de Marina: “Isso é polycule. Não é só transar com vários. É saber que o prazer circula… volta pra todo mundo.”

Lucas completou, braço envolvendo Theo: “E ninguém fica de fora. Todo mundo sente.”

Theo sorriu torto: “Amanhã a gente reconecta de novo. E depois de novo. Até o ciclo ficar infinito.”

Eu sorri, sentindo a porra escorrendo, buceta e cu latejando. Nada era mais excitante do que saber que aquele fogo não era meu, nem dela, nem dele — era nosso. Interconectado. Multiplicado. Sem fim.

Fim.

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