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Conto: O bull fode o cuckold!

A sala estava mergulhada em uma luz vermelha baixa e quente. O ar já pesava com o cheiro de sexo antes mesmo de qualquer roupa cair.

Eu, minha esposa e o bull dela estávamos ali. Eu sempre fui o tipo que gostava de assistir. Sentava no canto, pau na mão, enquanto ele fodia minha mulher com força e ela se entregava completamente.

Mas naquela noite o jogo mudou sem aviso.

Minha esposa me beijou por alguns segundos e depois se entregou ao bull. Em pouco tempo ela estava nua, de quatro no sofá, gemendo alto enquanto ele metia aquele pau grosso e venoso fundo na buceta dela. O som molhado das estocadas ecoava na sala.

Eu observava tudo, a mão subindo e descendo devagar no meu pau duro.

De repente o bull tirou o pau brilhante da buceta dela e caminhou direto até mim. Parou na minha frente, o cacete latejando, cabeça inchada e melada dos sucos dela. Segurou minha nuca com firmeza e esfregou o pau quente contra meu rosto, espalhando o cheiro forte de buceta por toda minha boca e nariz.

Sem dizer nada, ele pressionou a cabeça grossa contra meus lábios. Eu abri a boca. O pau dele entrou pesado, esticando meus lábios ao máximo. Ele começou a foder minha boca com estocadas profundas e ritmadas, batendo no fundo da garganta. Saliva escorria pelo meu queixo, meus olhos lacrimejavam, mas meu pau pulsava de puro tesão.

Ele segurava minha cabeça com as duas mãos, usando minha boca como um buraco apertado. O pau entrava e saía brilhando, babando inteiro. Eu engasgava, engolia, chupava com vontade enquanto ele metia mais fundo.

Minha esposa assistia tudo em silêncio, os dedos deslizando entre as pernas, excitada demais para falar.

Depois de foder minha boca por vários minutos, o bull me virou de bruços no sofá, empinando minha bunda. Cuspiu duas vezes direto no meu cu e esfregou a cabeça grossa contra a entrada apertada. Empurrou devagar no início, abrindo meu cu centímetro por centímetro. Quando a cabeça passou, ele não teve mais paciência. Segurou meus quadris com força e meteu fundo, estocada após estocada, arrombando meu cu com aquele pau grosso e duro.

O prazer era intenso. Ardência misturada com um tesão absurdo que subia pela espinha. Cada estocada fazia meu corpo tremer. As bolas dele batiam contra mim com força. Ele me comia com ritmo pesado, fundo, usando meu cu sem pressa, como se eu fosse apenas mais um buraco para ele.

Meu pau babava no sofá sem ser tocado, latejando a cada vez que ele enterrava tudo dentro de mim. Gemidos escapavam da minha garganta enquanto ele me fodia cada vez mais forte.

Minha esposa se aproximou, ajoelhou ao lado e ficou observando de perto, a respiração acelerada.

O bull continuou metendo sem parar, o suor escorrendo pelo peito dele. Depois de longos minutos arrombando meu cu, ele tirou o pau com um som molhado e me virou de frente novamente. Segurou meu queixo com firmeza, mantendo minha boca bem aberta.

Ele bateu punheta rápido, o pau brilhando da minha saliva e do meu cu. O corpo dele tensionou. O primeiro jato grosso e quente acertou direto na minha língua. Em seguida veio uma carga pesada, enchendo minha boca de porra quente e salgada. Jatos fortes pintaram meus lábios, meu queixo e o interior da boca. Ele gozou muito, esvaziando tudo dentro de mim.

Eu engoli o máximo que consegui, sentindo o gosto forte e denso descer pela garganta. O resto escorreu pelo canto da boca.

Minha esposa se inclinou e me beijou devagar, lambendo o que sobrou da porra do bull nos meus lábios.

O bull ainda ofegava, o pau semi-duro batendo levemente contra meu rosto molhado. Ele sorriu satisfeito, olhando para mim como se tivesse acabado de marcar território.

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