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Conto: Antes da Mãe, tem a Mulher

Ana tinha 46 anos e, para quem olhava de fora, era a mãe dedicada, organizada e sempre presente. Divorciada há quatro anos, criava sozinha os dois filhos adolescentes com carinho, disciplina e muito amor. Mas, dentro dela, existia outra mulher. Uma mulher que ainda sentia desejo, que ainda queria ser olhada, tocada e desejada com fome.

Naquela sexta-feira, ela fez exatamente o que precisava fazer há meses. Colocou as malas dos filhos no carro e os levou até a casa do pai. “Divirtam-se, comportem-se e não esqueçam de me ligar”, disse, dando um beijo em cada um. Quando o portão se fechou atrás dela, Ana respirou fundo. O fim de semana inteiro era só dela.

Chegando em casa, tomou um longo banho, passou seu creme favorito e vestiu uma lingerie preta que realçava suas curvas maduras. Seios fartos, cintura ainda definida, quadris generosos. Sentou-se na cama, abriu o app do Ysos e atualizou seu perfil:

“Mulher 46 anos, curiosa, discreta e cheia de vontade. Procuro casal para momento leve, respeitoso e intenso. Sem pressa, com muito prazer.”

As mensagens não demoraram a chegar. Depois de algumas conversas, escolheu um casal que combinou com ela: Clara e Marcos, 42 e 48 anos. Bonitos, educados, experientes e com a mesma energia que ela buscava. Combinaram de se encontrar no apartamento deles, com direito a vinho, música e zero compromisso.

Quando Ana chegou, foi recebida com um abraço caloroso. Clara era morena, sorriso fácil e olhar curioso. Marcos tinha um ar maduro e tranquilo que a deixou à vontade imediatamente. Conversaram por quase uma hora, rindo, bebendo um vinho tinto encorpado. A tensão sexual crescia devagar e deliciosa.

Clara foi a primeira a se aproximar. Beijou Ana suavemente no pescoço, enquanto Marcos observava, excitado. As mãos de Clara deslizaram pelos ombros de Ana, descendo até os seios. Ana fechou os olhos e soltou um suspiro longo quando sentiu os lábios de Clara em seu mamilo por cima da lingerie.

“Você é linda”, murmurou Clara. “Deixa a gente cuidar de você hoje.”

Ana se entregou. Deitou-se na cama king size enquanto os dois a despiam com calma. Marcos beijava sua boca com desejo controlado, enquanto Clara descia beijos pela barriga até chegar entre suas pernas. Quando a língua quente e experiente de Clara encontrou seu clitóris, Ana arqueou o corpo e gemeu alto. Fazia tempo que ninguém a tocava com tanta dedicação.

Marcos se juntou, chupando seus mamilos enquanto Clara lambia e penetrava Ana com os dedos. O prazer subia em ondas. Ana gozou pela primeira vez com o rosto enterrado no pescoço de Marcos, tremendo inteira.

Eles trocaram de posição. Ana ficou de quatro, com Clara debaixo dela, as duas se beijando e se lambendo em 69. Marcos penetrou Ana por trás, devagar, fundo, segurando seus quadris com firmeza. O ritmo aumentou. Os gemidos das duas mulheres se misturavam. Ana gozou novamente, dessa vez com Marcos dentro dela e a língua de Clara em seu clitóris. Foi um orgasmo tão intenso que seus olhos marejaram.

Não pararam por aí. Ana queria mais. Sentou-se no colo de Marcos, cavalgando com vontade, enquanto Clara beijava seus seios e estimulava seu clitóris. Quando Marcos gozou dentro dela, gemendo rouco, Ana teve o terceiro orgasmo, o mais forte de todos. Caiu sobre o peito dele, suada, satisfeita, vibrando.

Ficaram abraçados por um longo tempo, conversando baixinho, rindo de como o corpo dela ainda tremia de prazer.

No domingo à noite, quando os filhos voltaram para casa, Ana estava diferente. Mais leve. Mais inteira.

Enquanto preparava o jantar, sorria sozinha. Percebeu que ser mãe não significava apagar a mulher que existia dentro de si. Pelo contrário. Quanto mais ela se permitia viver sua sexualidade, seu desejo e seu prazer, mais paciente, presente e amorosa se tornava com os filhos.

Antes da mãe, tem a mulher. E quando essa mulher se sente plena, desejada e viva, ela consegue amar com ainda mais qualidade. Não é egoísmo. É equilíbrio. É saúde. É exemplo.

Ana se olhou no reflexo da janela da cozinha e sorriu. Pela primeira vez em muito tempo, sentia-se completa. E isso, sem dúvida, fazia dela uma mãe ainda melhor.

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