Eles estavam deitados na cama, suados e nus, depois de terem transado calmamente. Mateus passava os dedos devagar nas costas de Victor quando decidiu tocar no assunto.
Mateus: Fala a verdade… você não para de pensar naquela noite também, né?
Victor: Não consigo parar. Faz três dias e eu ainda fico duro só de lembrar. Conta pra mim… o que mais te marcou?
Mateus: (voz mais baixa, quase sussurrando) Quando ele chegou e mandou a gente sentar no sofá pelados… eu já estava latejando. O Bruno sentou entre nós dois, ainda de roupa, e pegou nossos paus ao mesmo tempo. A mão dele era quente, firme. Ele começou a masturbar devagar, olhando pra gente como se fôssemos brinquedinhos dele.
Victor: (respirando mais fundo) Eu lembro. Ele apertava a base do seu pau toda vez que você ficava perto de gozar. Você gemia tão gostoso… Eu não conseguia tirar os olhos. Ele ficava falando baixo: “Ainda não. Vocês vão ficar bem fraquinhos hoje.”
Mateus: Ele me masturbava com a mão toda melada do meu pré-gozo, passando o polegar bem devagar na cabeça, circulando bem onde eu sou mais sensível. Eu tremia inteiro. Quando eu chegava no limite, ele parava e apertava forte, esperando o orgasmo voltar pra dentro. Eu implorei, Victor… baixinho, pedindo pra ele me deixar gozar.
Victor: (excitado com a lembrança) Eu vi. Você estava com os olhos semicerrados, boca aberta, quadril tentando foder a mão dele. Ele ria baixinho e ia pra cima de mim. Começava a me punhetar rápido, bem molhado, e quando eu ia explodir ele parava também. A gente ficava ali, os dois pulsando, desesperados, olhando um pro outro.
Mateus: Em certo momento ele masturbava nós dois ao mesmo tempo, bem rápido. A sala só tinha o barulho das mãos molhadas e nossos gemidos. Eu olhava pro seu pau sendo destruído pela mão dele e quase gozava só de ver. Ele era implacável. Trinta, quarenta minutos de edging sem parar. Minhas pernas não paravam de tremer.
Victor: Quando ele finalmente deixou a gente gozar… caralho. Eu gozei tanto que achei que ia desmaiar. Ele continuou punhetando devagar enquanto eu jorrava, prolongando tudo. Você gozou logo depois, gemendo alto, esperma subindo até sua barriga. A gente ficou mole, destruído, quase sem conseguir falar.
Mateus: E ele simplesmente se levantou, limpou as mãos e foi embora como se não tivesse feito nada demais. Deixou a gente ali, largado no sofá, respirando com dificuldade.
Houve um silêncio carregado. Victor virou o rosto para Mateus, os olhos brilhando.
Victor: Sabe o que eu descobri naquela noite? Eu adoro te ver assim… completamente entregue, fraco de tesão, gemendo na mão de outro cara. Me deixou louco de desejo por você. Depois que ele foi embora, eu só queria te beijar e te sentir meu de novo.
Mateus: Eu me senti tão vulnerável… e ao mesmo tempo tão seguro com você. Foi humilhante, excitante e íntimo pra caralho. Acho que a gente nunca gozou tão forte na vida. Aquela noite abriu algo na gente. Me fez querer explorar mais esse lado submisso, mas sempre com você do meu lado.
Victor: (beijando o pescoço dele) Eu também me sinto mais conectado com você. Foi como se ele tivesse apertado um botão que a gente nem sabia que existia. Quero repetir… mas quero que a gente saia dessa experiência ainda mais safado e mais apaixonado.
Mateus: Combinado.
Eles se beijaram profundamente, já sentindo o tesão voltar só de relembrar.