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Conto: Confissões de uma Unicórnio

Oi, tudo bem por aí? Me chamo Ana e sou uma unicórnio.

Olha, resolvi compartilhar isso aqui porque às vezes simplesmente preciso desabafar com alguém que entende de verdade, sabe? Por exemplo, você que está lendo agora… só de imaginar que alguém vai entrar na minha cabeça e ver como as coisas realmente são, eu já me sinto bem mais leve.

Quero contar, de forma bem honesta, as experiências boas e ruins de ser unicórnio. Tem noites que são simplesmente incríveis, enquanto outras nem tanto. Então, pra ilustrar melhor, vou compartilhar duas histórias bem diferentes que vivi recentemente.

Primeiro, a experiência com Mariana e Lucas. Cara, que casal lindo de se ver. Mariana é morena, tem um corpo maravilhoso e um sorriso que derrete qualquer um. Lucas, por outro lado, é alto, tatuado e tem aquele olhar que já sabe exatamente o que quer – mas sem ser grosso ou invasivo.

Eles me convidaram para “saborear uma bela refeição” na casa deles. No começo, tudo fluiu super leve: vinho gostoso, conversa boa e muitas risadas. Depois, Mariana me puxou devagar para o sofá. Ela começou a beijar meu pescoço bem lentamente, enquanto olhava para Lucas, que já estava na poltrona se tocando. Então, ela sussurrou bem pertinho no meu ouvido: “Ele ama ver eu me soltando com outra… e depois me foder sabendo que foi você que me deixou assim.”

Meu corpo inteiro acendeu na hora. Assim, fomos para o quarto. Ela me chupou primeiro, lambendo devagar, como se meu prazer fosse a prioridade absoluta – e sempre olhando para o marido. Enquanto isso, Lucas gemia baixinho: “Porra, amor, olha como ela tá molhada pra você.”

Gozei tremendo na boca dela. Logo em seguida, ele veio por trás, me pegando de quatro enquanto eu lambia a Mariana. Ele segurava meus quadris com força, batendo fundo e falando: “Você é só nossa hoje, Ana… goza de novo pra gente.”

Depois disso, os dois me lamberam juntos, limpando tudo com calma e me fazendo gozar mais uma vez só com língua e dedos. Por fim, dormi no meio deles, abraçada pelos dois, sentindo que eu realmente fazia parte dali. Acordei com café na cama e sorrisos carinhosos. Foi intenso, carinhoso e safado na medida certa. Portanto, me fez lembrar exatamente por que eu amo tanto essa dinâmica.

Por outro lado, a outra experiência foi bem diferente. Marquei com Carla e Rafael em um restaurante chique justamente para nos conhecermos melhor antes de qualquer coisa. Carla é loira, elegante e tem aquela vibe de quem sabe exatamente o que quer. Rafael, no entanto, é mais reservado, mas simpático.

Sentamos, pedimos drinks e começamos a conversar. No entanto, logo percebi que a química não estava rolando. A conversa era educada, porém superficial. Eles falavam bastante da dinâmica deles, do que curtiam, mas parecia mais uma entrevista do que um papo gostoso. Eu tentava entrar no fluxo, mas simplesmente não rolava conexão. Depois de um tempo, nos despedimos com um abraço e um “foi legal te conhecer”, sem pressão para continuar a noite.

Saí de lá tranquila, sem frustração pesada. Entendi, portanto, que nem todo match vira algo mais. E isso é normal.

Olha, eu continuo porque as noites boas compensam – e muito. Quando rola química de verdade, é mágico. Além disso, as que não fluem me lembram que o diálogo é essencial. Por isso, conversar antes, alinhar expectativas e sentir a energia ajuda bastante a filtrar quem realmente combina.

Carla e Rafael não foram ideais pra mim. Mas tenho certeza de que eles encontram unicórnios que se conectam perfeitamente com o estilo deles. Cada pessoa tem seu encaixe. Cada casal pode achar o seu unicórnio perfeito! O importante é respeitar os limites de todo mundo. Quando não rola, é só seguir em frente sem drama.

E sabe o que me mantém firme nisso tudo? Descobri que ser unicórnio veio depois de eu me conhecer de verdade e descobrir meu próprio prazer sem depender de ninguém. Tem noites que fico sozinha em casa, luz baixa, música suave… Deito na cama, começo devagar, passando os dedos pela barriga, descendo até já estar molhada só de imaginar.

Abro as pernas, toco o clitóris em círculos lentos, sentindo ele inchar e pulsar. Depois entro com dois dedos, primeiro devagar, depois mais fundo, curvando pra acertar aquele ponto que me faz arquear as costas. Fico toda encharcada, o som molhado ecoando no quarto. Gozo forte, tremendo, gemendo alto sem me importar com nada.

É meu momento, puro, intenso. E me lembra sempre: o melhor sexo começa comigo mesma.

Mas eu não paro. Amanhã já tem outra marcação. Quem sabe não vem mais um casal tipo Mariana e Lucas?

Obrigada por “ouvir”, viu? Me sinto bem melhor só de botar pra fora.

Beijo, Ana.

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