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Conto: O Outro Lado

Você já leu o conto “Confissões de uma Unicórnio” da Ana? Se não, clique aqui para conferir: Confissões de uma Unicórnio.

Ela contou tudo da perspectiva da unicórnio: as noites incríveis e as que não rolam química. Agora, vamos ouvir o outro lado.

Mariana e Lucas: Quando a Química Explode e a Noite fica na Memória

Mariana e Lucas são um casal que adora trazer uma terceira mulher para a dinâmica. Eles contam como foi encontrar Ana e transformar uma fantasia em realidade pura.

Mariana: Amor, lembra daquela noite com a Ana? Só de falar eu já sinto um arrepio. Quando ela chegou aqui em casa, vestidinho justo, sorriso safado… eu olhei pra você e pensei: “vai ser insano”.

Lucas: Caralho, sim. Você não perdeu tempo: puxou ela pro sofá e começou a beijar o pescoço devagar, sentindo o cheiro dela. Eu na poltrona, já me tocando, pau duro na mão, vendo tudo. Você sussurrou no ouvido dela: “Ele ama ver eu me soltando com outra… e depois me foder sabendo que foi você que me deixou assim.” Eu quase gozei ali.

Mariana: Eu me ajoelhei e lambi ela primeiro, devagar, língua explorando cada dobra molhada. Ela tava encharcada, amor. Olhava pra você o tempo todo, vendo você se masturbar forte. Quando você gemeu “Porra, amor, olha como ela tá molhada pra você”… ela gozou tremendo na minha boca.

Lucas: Aí eu entrei por trás, segurei esses quadris gostosos e meti fundo enquanto ela te chupava. Você gemendo alto, eu batendo forte… falei sem filtro: “Você é só nossa hoje, Ana… goza de novo pra gente.” Ver vocês duas gozando juntas foi o ápice.

Mariana: Depois nós dois lambendo ela, devagar, limpando tudo com língua e dedos até ela gozar mais uma vez, arqueando as costas. Dormimos abraçados, acordamos com café na cama e sorrisos safados.

Lucas: Foi mais que sexo. Foi conexão real. Ela entendeu nossa vibe e elevou tudo. Se ela quiser repetir, a porta tá aberta.

Mariana: (rindo) Confessa: você ainda goza pensando nela me chupando enquanto você me fode depois?

Lucas: Todo santo dia, safada.

Carla e Rafael: Quando Não Rola Química (e Por Que Isso é Normal)

Carla e Rafael são mais seletivos: preferem sentir a energia antes de levar para a cama. Eles relembram o encontro com Ana no restaurante.

Carla: Lembra da Ana no restaurante? Ela era linda, corpo perfeito, papo interessante… mas zero faísca sexual.

Rafael: Verdade. A gente tentou: falamos das nossas fantasias, regras do casal, o que curtimos… mas parecia entrevista de emprego. Não tinha aquele olhar que faz a buceta pulsar ou o pau latejar.

Carla: Exato. Eu tentei flertar mais, você observava quieto, mas nada. Pedimos a conta, abraço educado, “foi legal te conhecer” e tchau. Saí tranquila.

Rafael: Melhor assim. Imagina forçar e virar uma noite sem tesão? Sexo meia-boca é pior que ficar em casa.

Carla: (sorrindo maliciosa) Pois é. Mas isso só aumentou minha vontade de achar alguém que nos deixe loucos. Alguém que entre no lugar e eu já sinta vontade de puxar ela pro banheiro.

Rafael: Ou que você olhe pra mim e diga: “amor, leva a gente pra casa agora porque eu quero ver você fodendo ela enquanto eu chupo os peitos dela”.

Carla: Exato. Quando encaixar de verdade, vai ser explosivo. A caçada continua… e o tesão de imaginar fica cada vez maior.

Rafael: E se não rolar ninguém hoje?

Carla: (se aproximando) Aí a gente se fode aqui mesmo, pensando na próxima unicórnio perfeita.

O Que os Casais Aprendem com Unicórnios 

  • Diálogo aberto é essencial: converse antes sobre expectativas, limites e desejos.
  • Química não se força: se não rolar faísca no primeiro encontro, siga em frente sem drama.
  • As noites boas compensam tudo: quando encaixa, fortalece o casal e deixa memórias quentes.
  • Respeito sempre em primeiro lugar: inclusão, consentimento e prazer mútuo fazem toda a diferença.

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