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Conto: O Círculo Fechado da Polifidelidade

Nós quatro tínhamos combinado tudo numa noite de vinho e conversa longa demais com só nós. Trisal virando quadrisal, depois selando com aquela regra que fazia o sangue ferver: fidelidade total dentro do círculo. Ninguém trazia ninguém de fora.

Era sexta-feira. Marina chegou primeiro, ainda com o cheiro de perfume do trabalho, mas já tirando os saltos na porta. Ela me olhou e sorriu daquele jeito que dizia “hoje eu quero tudo”. Beijou minha boca devagar, língua quente explorando, enquanto suas mãos já subiam por baixo da minha camiseta, apertando os seios como se fossem dela há anos.

Do sofá, Lucas e Theo assistiam, calmos, copos na mão. Lucas, meu namorado desde sempre, o mais quieto dos quatro, mas o que mais gostava de mandar no ritmo. Theo, o mais novo, tatuado, aquele sorriso torto que fazia Marina molhar só de olhar. Eles se beijaram também, sem pressa, bocas se encontrando enquanto Marina me empurrava contra a parede da sala.

“Vocês dois… venham cá”, ela chamou, voz rouca. “Quero sentir todos ao mesmo tempo.”

Lucas se levantou primeiro. Veio por trás de mim, mãos grandes envolvendo minha cintura, pau já duro roçando minha bunda por cima do short. Theo se aproximou de Marina, beijando o pescoço dela enquanto abria o zíper da saia dela. A roupa caiu no chão em segundos. Marina nua, pele morena brilhando, peitos empinados, buceta já visivelmente molhada, lábios inchados de tesão.

E então tudo explodiu.

Marina se ajoelhou primeiro. Puxou o pau de Theo pra fora, grosso, veias marcadas, e começou a chupar devagar, olhando pra mim enquanto fazia. Eu me abaixei do lado dela, lambendo a base do pau dele junto com ela, nossas línguas se tocando no meio do caminho, salgadas de pré-gozo. Lucas veio por trás dela, dedos abrindo as pernas dela, dois dedos entrando de uma vez na buceta melada. Marina gemeu com a boca cheia, vibração subindo pelo pau de Theo.

“Porra… isso… fode ela com os dedos enquanto a gente chupa ele”, eu disse, voz tremendo de tesão.

Lucas obedeceu, metendo os dedos ritmado, o som molhado enchendo a sala. Theo segurou o cabelo das duas, guiando nossas bocas. “Olha pra eles… olha como Marina aperta os dedos do Lucas… ela tá pingando.”

Marina gozou primeiro, rápido e forte, corpo tremendo, gemendo alto em volta do pau de Theo. O líquido escorreu pelos dedos de Lucas, pingando no chão. Ela se virou, beijou Lucas com gosto dela própria na boca dele, depois me puxou pra cima dela no tapete.

“Quero vocês dois dentro de mim ao mesmo tempo”, ela sussurrou pra mim e pro Theo.

Theo deitou de costas. Marina subiu nele, encaixando o pau devagar, gemendo longo enquanto descia até o fundo. Eu me posicionei na frente, cavalgando o rosto dele ao contrário, buceta roçando na boca quente dele. Lucas ficou de pé ao lado, pau na mão, masturbando devagar enquanto assistia. Marina se inclinou pra frente, chupando meu clitóris enquanto subia e descia no pau de Theo. Eu sentia a língua dela rodando, quente, faminta, e a boca de Theo me devorando por baixo.

Lucas se aproximou mais. “Abre mais pra mim, amor”, disse pra Marina.

Ela arqueou as costas, empinando a bunda. Lucas cuspiu na mão, esfregou no pau e foi entrando devagar na buceta dela junto com Theo — duplo, esticando, preenchendo. Marina gritou de prazer misturado com dor gostosa, corpo tremendo inteiro. “Caralho… isso… dois paus na minha buceta… fode mais fundo…”

Eu gozei na boca de Theo vendo aquilo: Marina sendo arrombada pelos dois, gemendo rouco, unhas cravadas nas coxas de Theo. Meu corpo convulsionou, líquido escorrendo no rosto dele, e ele lambeu tudo, grunhindo.

Depois trocamos. Lucas me pegou de quatro, metendo forte enquanto eu chupava Marina, que estava sentada no rosto de Theo de novo. Theo gozou primeiro, enchendo a buceta dela, porra escorrendo quando ele saiu. Marina se virou, abriu as pernas pra mim: “Limpa, Sofia… come a porra dele de mim enquanto o Lucas te fode.”

Eu enfiei a língua, lambendo o salgado misturado com o gosto doce dela, sentindo Lucas socar fundo em mim a cada lambida. Theo se recuperou rápido, veio por trás de Lucas, dedos lubrificados entrando no cu dele devagar — Lucas adorava isso, gemendo alto, pau pulsando mais forte dentro de mim.

Marina gozou de novo na minha boca, apertando minha cabeça entre as coxas. Lucas não aguentou: meteu fundo, gozou dentro de mim, enchendo tudo. Theo tirou os dedos, masturbou rápido e gozou nas costas de Lucas, porra quente escorrendo.

Caímos todos no tapete, suados, ofegantes, corpos colados. Marina riu baixo, beijando minha boca suja: “Isso… só nós quatro. Pra sempre assim. Ninguém entra.”

Lucas passou o braço por cima de todos, voz grave: “Polifidelidade não é só regra. É tesão. É saber que todo esse fogo fica aqui… só aqui.”

Theo completou, mão no peito de Marina: “E amanhã a gente faz de novo. E depois de novo. Até cansar… ou não cansar nunca.”

Eu sorri, buceta ainda latejando, sentindo a porra dos dois escorrendo devagar pelas coxas. Nada no mundo me deixava mais molhada do que saber que aquele prazer era exclusivo. Nosso. Fechado. Multiplicado por quatro.

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