Eu estou sentada na poltrona do canto do quarto, pernas bem abertas e calcinha jogada no chão há uns minutos. Meu coração martela tão forte que sinto ele na garganta, mas o tesão é maior que qualquer ansiedade. Pedro está na cama com ela, a Luana, essa ruiva de pele clara, peitos fartos e uma bunda estilo mulher fruta (lembram delas?). Ela chegou sorrindo, já sabendo o que eu queria ver: meu marido fodendo outra mulher até ela implorar, enquanto eu fico aqui, assistindo tudo e gozando muito.
Eles nem olharam pra mim no começo. Pedro a beijou com fome, língua invadindo a boca dela, mãos apertando aqueles peitos como se fossem dele há anos. Luana gemeu baixo, arqueando as costas, e eu já senti minha buceta pulsar só com o som. Enfiei a mão entre as pernas devagar, dedos roçando o clitóris inchado, sentindo ele quente e sensível logo de cara. “Vai, amor… mostra pra ela”, murmurei, voz rouca, quase inaudível.
Pedro arrancou a blusa dela com um puxão, os seios saltando livres. Ele chupou um mamilo com força, mordendo de leve, e Luana jogou a cabeça pra trás, gemendo alto: “Porra… isso… chupa mais forte”. Eu acelerei os dedos, circulando o clitóris em movimentos rápidos, sentindo a umidade escorrer pelas coxas. Minha buceta contraiu forte, como se estivesse com ciúmes e tesão ao mesmo tempo — ciúmes porque é ele, tesão porque é ele fazendo isso.
Ele a virou de bruços na cama, empinando aquela bunda perfeita bem na minha direção. Abriu a calça devagar, o pau duro saltando pra fora, grosso, veias saltadas, a cabeça já brilhando de pré-gozo. Luana rebolou, pedindo: “Me fode, vai… quero sentir tudo”. Pedro esfregou a cabeça na entrada molhada dela, provocando, e eu enfiei dois dedos de uma vez na minha buceta, sentindo as paredes quentes se apertarem em volta deles. “Isso… mete fundo nela”, eu disse, voz tremendo. Ele olhou pra mim por um segundo, sorriso safado, e então socou tudo de uma vez.
Luana gritou de prazer, o corpo inteiro tremendo com a estocada. Pedro segurou os quadris dela e começou a bombar ritmado, forte, o som da pele batendo ecoando no quarto. Eu via o pau dele entrando e saindo, brilhando com o mel dela, os ovos dele batendo na clitóris inchada dela a cada fundo. Minha buceta babava nos meus dedos — três agora, esticando bem, curvando pra acertar aquele ponto que me faz ver estrelas. Eu gemia junto com ela, baixo no começo, depois sem vergonha nenhuma: “Fode ela mais forte, Pedro… faz ela gozar no teu pau enquanto eu gozo olhando…”
Ela gozou primeiro, corpo convulsionando, gritando o nome dele como se fosse uma prece. Pedro continuou socando, segurando o cabelo ruivo dela pra trás pra eu ver a cara dela se desfazer de prazer. “Olha pra tua esposa enquanto goza na minha buceta”, Luana provocou, voz entrecortada. Ele virou o rosto pra mim, olhos escuros de tesão: “Tá vendo, Clara? Tá vendo como ela aperta meu pau? Melhor que a tua bucetinha apertadinha?”
Aquelas palavras foram o estopim. Minha buceta explodiu. Gozei forte, tremendo inteira, os dedos enterrados até o talo, o líquido quente escorrendo pela mão, pingando no tapete. Meu corpo se contorcia na poltrona, pernas tremendo, grelo pulsando tão forte que doía de tanto prazer. Eu gemia alto, sem controle: “Porra… goza dentro dela… enche ela pra mim ver…”
Pedro grunhiu, meteu fundo umas últimas vezes e gozou com força, enchendo a buceta dela de porra quente. Luana gemeu de novo, sentindo o pau pulsar dentro dela, o excesso escorrendo pelas coxas. Eu ainda tremia do orgasmo, buceta contraindo em espasmos, quando ele saiu devagar, o pau melado pingando a mistura dos dois.
Luana se virou na cama, pernas abertas, a buceta vermelha e cheia de porra escorrendo. Olhou pra mim com um sorriso safado: “Vem cá, amor… limpa teu marido de mim”. Eu rastejei até a cama, língua pra fora, lambendo a porra dele misturada com o gosto dela, sentindo o salgado e o doce enquanto minha buceta ainda latejava, sensível e faminta por mais.
Pedro me puxou pro colo depois, beijando minha boca suja, sussurrando no meu ouvido: “Boa menina. Da próxima vez eu te faço gozar só assistindo… sem tocar.”
E eu já estou molhada de novo só de imaginar. Porque nada — nada — me faz gozar mais forte do que ver ele fodendo outra… enquanto minha bucetinha traidora se destrói de tesão só de olhar.